Diabetes - Nutricionista Jaqueline Araujo | Nutricionista Esportiva RJ

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Quando nos alimentamos, os níveis de glicose (açúcar) no sangue sobem, mas logo tudo se normaliza. O pâncreas trata de por ordem na casa, ativando  a podução de insulina.


"O hormônio funciona como uma chave que abre a porta para a entrada da glicose nas células".


 A glicose é o principal combustível para a atividade celular. As vezes porém, algo sai errado: as células ficam privadas de sua fonte de energia e o açúcar começa a se acumular na corrente sanguínea. Esse quadro recebe o nome de diabetes e costuma ter duas explicações: a produção de insulina é insuficiente, porque o pâncreas sintetiza menos do que o necessário ou pior, torna-se incapaz de cumprir essa tarefa. Ou surge resistência aos efeitos desse hormônio.



No diabetes mellitus tipo I, que corresponde a 10% dos casos e atinge principalmente crianças e adolescentes, há grave deficiência de insulina. As células do pâncreas, encarregadas de produzi-la, são destruídas pelo sistema imunológico do paciente, por isso é que se qualifica esse tipo de diabetes de doença autoimune. O início geralmente é abrupto e acompanhado de sintomas como perda de peso, sede em excesso e aumento da freqüência urinária. Já o diabetes tipo II, o mais comum, o pancreas desempenha seu papel, mas o organismo resiste aos efeitos da insulina, expondo as células a um progressivo racionamento deste horm6onio. Pode levar anos até a alteração ser percebida. Para compensar, o pâncreas trabalha dobrado. Com o tempo, no entanto, o esforço deixa de ser suficiente para manter a glicose em níveis normais e as células produtoras de insulina podem ficar tão esgotadas a ponto de encerrar suas atividades prematuramente. Com altas concentrações de glicose, o sangue tende a fazer estragos por onde passa. O que acontece quando uma maçã entra em contato com o oxigênio? Ela oxida. da mesma forma, a glicose em contato com o oxigênio do sangue sofre oxidação, o que agride tanto os pequenos vasos que irrigam a retina quanto as grandes artérias do coração. O cérebro, os rins e os nervos podem ser lesados.
Como a doença é silenciosa, ela pode avançar ao longo de 10, 15, 20 anos, sem produzir dor ou qualquer outro sintoma. E quando finalmente a doença é detectada, o portador já sofre com as suas conseqüências. O diagnóstico precoce e o tratamento bem planejado evitam esse desfecho, reduzindo em até 70% o risco de complicações.
Assim, mesmo que o distúrbio ainda não seja curável, é possível ter uma boa qualidade de vida.

 

Saúde e equilíbrio na alimentação

alimentar-se bem é essencial para controlar e prevenir o diabetes.
A dieta recomendada hoje, para portadores de diabetes, deve ser rica em nutrientes, pobre em gorduras e moderada em calorias, ou seja, obedece aos mesmos princípios da dieta saudável para a população geral. Na prática, isso significa priorizar vegetais e grãos integrais e consumir gorduras moderadamente, dando prefer6encia as melhores fontes (de origem vegetal, oleaginosas e peixes), além de reduzir massas feitas com farinha branca, doces, bebidas açucaradas e gorduras derivadas de frituras e de fontes animais.
O modo de comer também faz diferença. Fracionar as refeições, consumindo porções menores, com no máximo 3 horas de intervalo, favorece o aproveitamento mais efetivo da glicose pelo organismo. Certos alimentos também podem colaborar com o controle da glicemia.

  • Manga, essa fruta tem nutrientes de sobra como vitamina A, que beneficia a pele e o sistema imunológico e vitamina C, que atua como antioxidante, protegendo as células contra agressões e na formação do colágeno, fornece ainda: cálcio, fósforo e potássio e uma quantidade relevante de fibras solúveis como a pectina e insolúveis como a celulose. Ambas retardam a digestão do amido, fazendo com que o açúcar seja liberado no sangue mais lentamente. Outro componente é o betacaroteno, que possui efeito protetor contra a síndrome metabólica
  • Amêndoa, que aumenta a sensibilidade à insulina, derrubando as taxas de açúcar no sangue, é excelente fonte de magnésio e zinco.
  • Espinafre, rico em ácido fólico que é essencial para o sistema nervoso. Possui alto teor de potássio e baixo de sódio, o que auxilia no controle da pressão arterial; vitamina K, cálcio e fósforo, que concorrem para a saúde dos ossos e luteína, um pigmento da família dos carotenóides. Ainda contém ferro, vitamina C, vitamina A e antioxidantes. O espinafre contribui para a prevenção do diabetes por causa das fibras que auxiliam o metabolismo do açúcar e pela presença de cromo, que potencializa os efeitos da insulina, melhorando a captação da glicose pelas células
  • Pão integral, a farinha utilizada no seu preparo, mantém o farelo e o gérmen de trigo, o que preserva boa parte dos nutrientes. É o caso de vitaminas do complexo B e minerais como magnésio, cálcio, potássio e o fósforo. Para portadores de diabetes, a troca da versão refinada pela integral é vantajosa pelo alto teor de fibras. Além de conferirem sensação de saciedade, auxiliando quem está em guerra com a balança, estimulam a atividade intestinal, colaboram no controle do colesterol e ainda evitam perigosas flutuações nas taxas de açúcar no sangue.
  • Soja é rica em proteínas e ácidos graxos insaturados, ela auxilia no controle do colesterol, previne doenças do coração, alivia os sintomas da menopausa. O consumo regular, derruba em 405 o risco de desenvolver o diabetes, graças as fibras e a um ingrediente particular da proteína da soja que são as isoflavonas que ajudam a regular a produção hormonal e é antioxidante.
  • Canela, fornece polifenóis, antioxidantes que protegem as células contra reações que podem ocasionar o câncer e as artérias contra os depósitos de gordura. A canela faz as células recuperarem a habilidade de responder à insulina, o que favorece o metabolismo do açúcar
  • Batata Yacon, apelidada de :"insulina natural", se encontra nela, uma subst6ancia semelhante à insulina, capaz de reduzir as taxas de glicose no sangue. O carboidrato presente, a insulina, é um tipo de açúcar de baixa caloria, que não promove picos de glicemia, embora garanta o aporte necessário as atividades diárias. Além disso, fornece fibras alimentares, que estimulam a flora bacteriana intestinal.